
A vida, sempre plena de dor, tem sido mais dolorosa na nossa época do que nos dois séculos precedentes. A tentativa de fugir da dor impele o homem à trivialidade, ao auto-engano, à invenção de grandiosos mitos colectivos. Mas esses paliativos transitórios não fazem senão multiplicar, a longo prazo as fontes de sofrimento.
A felicidade é tão oposta à vida que, quando a conhecemos até nos esquecemos que vivemos. Depois quando esta acaba, independentemente da sua durabilidade, sentimos apenas aquela sensação de que passou num segundo.
Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido.
Eu não: quero é uma verdade inventada. O que direi então? Te direi e te darei os instantes.
Rende-te como eu me rendi. Mergulha naquilo que não conheces como eu mergulhei. Não te preocupes em entender! Viver ultrapassa qualquer entendimento...
Rende-te como eu me rendi. Mergulha naquilo que não conheces como eu mergulhei. Não te preocupes em entender! Viver ultrapassa qualquer entendimento...
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