
Às vezes rio ás gargalhadas e depois choro.
Às vezes estou triste e depois de chorar, vem um sorriso de outro.
Às vezes sou forte...
Nada me dói, nada me magoa, não sinto...
Às vezes é mentira...
Sou fraca e tudo me deita a perder...
Às vezes tento fugir, mas vem o vento que me puxa pelo braço e, sem pedir, obriga-me a voltar.
Às vezes o tempo passa e os ponteiros do relógio não marcam a sua passagem;
ficam parados.
Às vezes, uma por outra palavra matreira salta-me da boca,
quando não devia...
Às vezes estou triste e depois de chorar, vem um sorriso de outro.
Às vezes sou forte...
Nada me dói, nada me magoa, não sinto...
Às vezes é mentira...
Sou fraca e tudo me deita a perder...
Às vezes tento fugir, mas vem o vento que me puxa pelo braço e, sem pedir, obriga-me a voltar.
Às vezes o tempo passa e os ponteiros do relógio não marcam a sua passagem;
ficam parados.
Às vezes, uma por outra palavra matreira salta-me da boca,
quando não devia...